Realmente as imagens digitais não só podem, como devem ser manipuladas com a finalidade de otimizá-las. Os recursos oferecidos pelos programas de editoração de imagens superam muito qualquer outro meio de auxilio no prognóstico e diagnóstico do paciente, seja: na ampliação, inversão, bem como em simulações do tratamento (FISCHMAN, 2005).
Há de se concordar que uma das vantagens em se lidar com imagens digitalizadas é a facilidade com que se fazem pequenos retoques, de forma a melhorá-las. Comenta-se, por exemplo, que a manipulação das imagens digitais pode ser acidental ou intencional, mas inocente, ou deliberadamente fraudulenta. São inaceitáveis, porém, todas as manipulações feitas às fotos, que alteram sua informação científica, criando uma nova interpretação para ela. Além dos erros acidentais ou por negligência, mas sem má intenção, existem os erros premeditados e propositais que devem ser totalmente condenados (BASTOS, 2004).
Ressalta-se ainda que a fotografia na odontologia é geralmente usada como demonstrativa, elucidativa, de fácil armazenamento e busca. São os modelos que se utilizam para a avaliação e planejamento dos casos. Os modelos serão a principal prova documentária em caso de litígio (PEREIRA, 2005).

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